Ordem Jedi
Nome:Jedi
Titulo Do Lider:Grande Mestre
Corpo Governante:Conselho Jedi
Posições:Youngling,Padawan,Cavaleiro Jedi,Mestre Jedi
Organizações:Conselho De Primeiro Reconhecimento,Conselho De Recondicilição
Alto Conselho Jedi
Seitas:Jedi Negro(Sith),Potentium,Jedi Cinza
Quarteis-Generais:Templo Jedi
Lingua:???
Organizações/Governos/Afiliados:República Galáctica
Textos Sagrados:Codigo Jedi
Divinidades:A Força,O Escolhido
Templos:Coruscant
Era:Era Da Velha Republica,Era Da Acenção Do Império,Era Da Nova Republica
Historia
Os Jedi foram uma ordem de indivíduos que tinham a habilidade de trabalhar em conjunto com a Força, afastando seu lado sombrio. A ordem começou dezenas de milhares de anos antes da ascensão do Império Galáctico. Muitas organizações antigas ou semi-lendárias teriam sido as precursoras da Ordem Jedi, como a Ordem de Dai Bendu ou a Academia Chatos, mas nenhuma ligação conclusiva foi mostrada. Da mesma forma, o planeta natal da ordem é desconhecido. Existem muitos candidatos, incluindo mundos conhecidos como Coruscant, Ossus, Corellia e Utapau, assim como planetas perdidos e míticos como Had Abbadon e Ondos. É sabido, contudo, que os melhores e mais sábios filósofos, religiosos e guerreiros reuniram-se em um único mundo muito tempo atrás para discutir suas descobertas envolvendo a enigmática e mística Força, e que a concentração desses esforços por fim levou ao desenvolvimento da Ordem Jedi.
Inicialmente, os Jedi formavam uma ordem contemplativa. Ao longo do tempo, contudo, a ordem assumiu um papel mais ativo e direto em assuntos da galáxia; por fim, centralizando-se em Coruscant no final da catastrófica Batalha de Ruusan.
Tornar-se um Jedi requeria o mais profundo comprometimento e uma mente astuta. A vida de um Jedi era feita de sacrifícios. Aqueles que mostrassem aptidão para a Força eram levados ao nascer ou pouco depois para treinar no Templo Jedi em Coruscant, onde a ordem tinha seu quartel-general. Sua vida fora dos treinos era de simplicidade, aderindo ao Código Jedi que proibia materialismos ou apegos emocionais. Esse treinamento foi inicialmente feito por Jedi experientes e veneráveis até que o indivíduo tivesse proficiência suficiente para começar a jornada como Jedi.
Exceções eram feitas algumas vezes, mais notavelmente no caso de Anakin Skywalker, mas os Jedi acharam que seus métodos tradicionais eram bem sucedidos e não gostavam de mudanças.
A Força
A Força é um campo de energia gerado por todas as coisas vivas, ela cerca e penetra tudo, unindo a galáxia. Existem dois lados da Força: paz, serenidade e conhecimento formam o lado claro enquanto o lado sombrio é consistido pela agressão, raiva e medo. O universo é um lugar de equilíbrio: vida e morte, criação e destruição, amor e ódio. Assim sendo, ambos os lados da Força fazem parte da ordem natural.
Existem alguns seres que são ligados à Força. Mesmo que eles não possam entendê-la, a Força flui dentro deles. Aqueles sensíveis à Força são capazes de aprender a manipular sua energia. Os Jedi se enquadram nessa categoria, usando seu conhecimento para obter poderes através da Força. Mas eles não são os únicos a fazê-lo. Os Sith, as Irmãs Noturnas de Dathomir, e outros abraçam o lado sombrio da Força, enquanto uma variedade de culturas alienígenas, como os shamãs Ewoks e os Padres Ithrian, invocam os poderes do lado da luz por vários nomes. O entendimento da Força se manifesta de muitas maneiras.
A Ordem Jedi
BRASÃO DA ORDEM JEDI)
Por séculos, o grupo de filósofos que, eventualmente, se tornariam os Jedi, contemplava os mistérios do campo de energia chamado Força. Com o passar do tempo, alguns dos membros do grupo dominaram a Força. Depois disso, eles dedicavam-se a usar suas recém-descobertas habilidades e poderes para o bem, ajudando aqueles que precisavam. Nos milhares de anos que se seguiram, os Jedi serviriam como protetores da República Galáctica. Respondendo ao seu próprio conselho Jedi e operando de acordo com a concordância do departamento judicial do escritório do Supremo Chanceler, os Jedi se tornaram os guardiões da paz e da justiça na galáxia.
Os Jedi, além de combaterem criminosos espalhados pela galáxia e apaziguarem disputas galácticas, serviam como mediadores, defensores e mentores. Por causa do seu senso de honra e desafios épicos eles entenderam que se tornariam lendas, servindo como símbolos do que de melhor a República tinha por oferecer. Com sabres de luz em mãos e o poder da Força fluindo através deles, os Jedi cumpriam suas obrigações com louvor e dedicação, quase invencíveis. Mas a invencibilidade era apenas uma ilusão. Os Jedi frequentemente morriam na defesa da liberdade e da justiça.
Durante a Era da Ascensão do Império, cerca de dez mil Jedi serviam à República e defendiam o seu vasto território. Eles identificavam recrutas potenciais ainda na infância, geralmente durante os primeiros seis meses de existência da criança. As crianças que eram ligadas à Força e aceitas pelo Conselho Jedi eram iniciadas em seus treinamentos. Crianças mais velhas, se identificadas mais tarde como sensíveis a Força, era recusadas na maioria dos casos; os Jedi acreditavam que a raiva e o medo nas crianças mais velhas às faziam suscetíveis ao lado sombrio, não sendo, portanto, sábio treiná-las.
Durante a Era da Rebelião, o expurgo dos Jedi foi completado. Todos os sensitivos à Força foram exterminados ou corrompidos pelo lado sombrio, e colocados a serviço do Imperador. Sensitivos à Força, como Luke Skywalker e Léia Organa, foram separados e escondidos da sua linhagem. Usuários da Força mais poderosos, como Obi-Wan Kenobi e o Mestre Yoda, desapareceram propositalmente e permaneceram ocultos.
Na Era da Nova Ordem Jedi, Luke Skywalker treinou cerca de cem Jedi e talvez tenha identificado cerca de uma dúzia deles a começar seu treinamento. Proeminentes usuários da Força como Mara Jade Skywalker e Corran Horn ajudaram Skywalker a treinar e coordenar os esforços desse Jedi, enquanto novos estudantes como as crianças de Solo e Ganner Rhysode mostravam-se uma grande promessa para o futuro.
O Código Jedi
Não há emoção, há paz.
Não há ignorância, há conhecimento.
Não há paixão, há serenidade.
Não há morte, há a Força.
A filosofia conhecida como o Código Jedi foi criada para manter alertas os jovens estudantes sobre o lado sombrio. Foi ensinado pelo Conselho Jedi a centenas de milhares de Jedi através dos tempos; Obi-Wan Kenobi e Mestre Yoda ensinaram partes dela a Luke Skywalker; Luke transmitiu o que aprendeu aos seus estudantes da Academia Jedi.
No seu íntimo, o Código Jedi dá simples instruções para os seres em contato com a Força. Um Jedi nunca usa a Força para lucro ou ganho pessoal. Ao invés, um Jedi usa a Força para conhecimento e iluminação. Raiva, medo, agressão e outros sentimentos negativos levam ao lado sombrio, por isso os Jedi são ensinados a agir apenas quando estiverem em paz com a Força.
Os Jedi são encorajados a encontrar soluções não violentas sempre que possível. Eles devem agir com sabedoria, usando persuasão e conselhos ao invés dos poderes da Força ou violência. Quando tudo isso falhar, ou para salvar uma vida, um Jedi deve recorrer à luta para resolver alguma situação particularmente perigosa. Embora o combate, algumas vezes, seja a melhor escolha, ele nunca deve ser a primeira opção a ser explorada.
Por causa da sua conexão com a Força, os Jedi sentem o seu fluxo e usam sua energia. Ao fazer isso, algumas vezes, eles percebem distúrbios na Força. Essas perturbações podem ser explicadas pela presença de alguém poderoso na Força nas redondezas, ou emoções intensas que refletem na Força, como no caso do planeta Alderaan quando foi extinto pela Estrela da Morte ou quando Yoda sente a morte de outros Jedi no episodio III e deixa cair sua bengala. Existem momentos em que tais perturbações resultam em sensações de urgência ou premonição que impelem o Jedi a um lugar ou situação na qual ele é necessário.
Interpretando o código JediEditar a secção Interpretando o código JediEditar
No seu nível mais básico, o Código é uma série de princípios explicando quais virtudes devem se valorizar e quais defeitos devem se evitar. Os instrutores Jedi pedem a seus aprendizes que sempre mantenham em mente essas palavras.
A primeira regra a se considerar: “Não há emoção; há paz”. É claramente um contraste, distinguir as confusas considerações emocionais do pensamento claro da pacífica meditação, obviamente, uma qualidade valiosa.
Mas se a paz é baseada em simplesmente estar desatento a algum fator que poderia causar alguma reação emocional num Jedi, então isso não é paz, e sim ignorância. É por isso que o Código possui a segunda regra: “Não há ignorância, há conhecimento”.
Isso ensina o Jedi a tentar entender todas as situações – particularmente antes de agir – para evitar erros de julgamento. Mas conhecer uma coisa bem pode levar a outra complicação. Uma concentração obsessiva pode levar ao radicalismo (nublar a mente). Assim, vem a terceira regra: “Não há paixão, há serenidade”. Conhecer uma coisa objetivamente é conhecer como a Força a conhece.
Ainda sim, estudantes discutem que a única